segunda-feira, 16 de novembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PAUSA

Hey my friends…

I am taking forever to finish the next post because frankly, between when I started writing it and now I’ve changed my mind about a bunch of things. That’s creative liberty I suppose...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Ela tentou se matar...

Na noite deste domingo ao voltar da igreja resolvi cortar caminho para chegar mais rápido a minha casa. Desci a ladeira cantando o hino, “Fica conosco” e ao dobrar a esquina e andar mais alguns metros presenciei uma cena.

Uma jovem estava caída na calçada aos prantos e eu ouvia as pessoas ao redor dizerem que ela havia tentado se matar. Alguns tentaram acalmá-la, outros apenas continuaram a comentar o fato, até que a polícia chegou.

“Não, ela não foi atropelada, ela se jogou na frente dos carros, queria se matar, mas não conseguiu”, disse uma moça que quase bateu na jovem, sem intenção, claro.

Depois de alguns minutos outra jovem aproximou-se e falava em voz alta para a menina se levantar, mas ela dizia aos prantos: “me deixa sozinha, eu quero ficar sozinha!”

Aquela altura eu pensei: “o que fazer para ajudá-la?”

Eu pensei em me afastar e ir embora, mas então vi a jovem no chão e a amiga tentando ajudá-la em voz alta, dando broncas e foi daí que resolvi me aproximar. Agachei-me, abracei-a e orei ao Senhor. Depois, falei baixinho em seu ouvido: “Deus não desistiu de você, levante-se daí querida, você consegue”.

Ela encostou-se em mim e eu a abracei de lado e fui orando e ela dizia: “me deixe sozinha”. Quanto mais ela falava mais ela se encostava, daí eu entendi, na realidade ela estava me dizendo: “eu estou sozinha”.

Passados alguns minutos a amiga disse em tom mais brando: “vamos, levante-se Lu, vou te levar pra casa”. Foi daí que eu a peguei por trás e a levantei com a ajuda da amiga. Ufa, ela conseguiu se levantar dali!

Logo depois fiquei sabendo que a moça queria se matar porque o namorado havia terminado o namoro. Pode parecer um motivo bobo para nós, mas para ela a figura do namorado queria dizer muita coisa, talvez até uma fortaleza, o lugar aonde ela tentava encontrar refúgio.

Como a Ana (a Lu) há muitos por aí, eles estão batendo à nossa porta, caídos no chão ou olhando pela janela, esperando que alguém diga a eles que Deus ainda não desistiu da vida deles.Pode parecer algo pequeno, mas essa frase: “Deus não desistiu de você”, foi ponto crucial para a minha conversão. Quando eu ouvi aquilo eu pensei: “Deus está falando comigo, Ele está comigo, está me olhando”.

Queridos, Ana tentou encontrar uma saída para os seus problemas no namorado, mas o que ela acabou fazendo? No término do namoro, sua fortaleza caiu e ela tentou encontrar a saída no suicídio. Mas Deus em toda a sua misericórdia poupou a vida daquela jovem e eu tenho certeza de que ela ouviu as palavras sussurradas em seu ouvido e as orações. E ela se lembrará disso tudo, eu creio que ela refletirá sobre o que ocorreu e eu vou continuar a orar em favor de sua transformação.

Orem por ela e sua família. A oração de um justo tem poder e vale muito. E lembrem-se de que as palavras que saem de nossas bocas também têm o poder de amaldiçoar e abençoar. Peçamos ao Senhor sabedoria para lidar com situações diversas.

Fiquem na paz,

Diana Gilli

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Sobre o Marco Pigossi e Pamuk

Olha, nessa coisa de freelancer acabei assistindo novela e me chamou a atenção na novela das 19h um ator, o Marco Pigossi. Não é porque ele é bonitão não, mas é porque o cara trabalha de forma engraçada. E meu, o que eu acho no blog dele? O Pamuk...

Turco, romancista, premiado. Meu, eu tinha que escrever que o cara falou sobre ele no blog.

"O ponto de partida da literatura é o homem que fecha a porta e se recolhe com seus livros". Eu sou assim desde os 12 graças a minha irmã, Mi!!

Parabéns ao Pigossi!

Diana.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Mulher em campo


Em breve postarei uma entrevista com a correspondente
de guerra, Karen Maron. Aguardem!

sábado, 18 de julho de 2009

Pré-sal, um passaporte para o futuro

Por Diana Gilli

Não se sabe ao certo os reais volumes de óleo e gás encontrados pela Petrobras S/A, na camada pré-sal, localizada na Bacia de Santos. Mesmo assim a indústria parece reagir de forma muito positiva, tanto que muitos empresários não se impeliram e já fazem planejamentos para os próximos cinco anos. Este período será essencial para a criação de tecnologia de ponta, bem como oferecer bens e serviços.

Muitos especialistas acreditam que o cenário atual trará cada vez mais benefícios ao Brasil e acima de tudo, um desafio a cumprir: instituir de uma vez por todas uma nova indústria que tenha a capacidade de atender demandas do mundo inteiro na área de perfuração. Isso parece um pouco distante, pois ultrapassa até os limites do Promimp, que tem se empenhado em dar um novo vigor para a indústria nacional.

Será necessário daqui para frente eficiência, qualidade e agilidade no cumprimento de algumas tarefas preparatórias, como um novo marco regulatório, a realização de estudos de viabilidade técnica e econômica, de projetos de engenharia e de editais de licitação, bem como na emissão de licenças ambientais no que tange a área portuária.

Para alguns acadêmicos, o governo brasileiro precisará ter uma visão de longo prazo, pois a Petrobras não poderá cometer os mesmos erros do passado como na década de 70, quando quase enterrou o programa de álcool do país.

Cientistas temem que o país retroceda, torne-se mais dependente do petróleo, e que o produto empanturre a economia brasileira, deixando os combustíveis fósseis mais baratos; atrapalhando, dessa forma, o desenvolvimento de energias renováveis.

O Brasil não poderá deixar que o petróleo das reservas da camada pré-sal prejudique as pesquisas em energias renováveis, e nem tire o país do caminho do desenvolvimento sustentável.

Apesar do clima de que a camada pré-sal é o estopim que faltava para a independência do país em relação ao petróleo, há ainda muito trabalho para que se siga, por exemplo, o mesmo caminho da Noruega.

Com toda a certeza a terra dos tupiniquins vive um momento histórico, de extrema importância para a economia brasileira, mas por outro lado, mostra que ainda não está preparada institucionalmente para receber os possíveis dólares advindos da venda dos produtos do pré-sal.